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Era uma criança quando decidi caminhar por uma estrada desconhecida que mudou meu conceito. Hoje quando estou diante de uma decisão a ser tomada, enfrentando o desconhecido, eu pergunto a mim mesmo: O que tem naquela estrada?

 

 

Lembro muito bem quando eu era criança. Talvez tinha uns 5 ou 6 anos, mas apesar da pouca idade o que aconteceu causou muito impacto em meu ser.
Vivia em uma fazenda, onde meu pai era agricultor e parceiro do fazendeiro na produção de feijão e milho em alguns alqueires daquela terra. Um dia eu brincava próximo de nossa casa e resolvi caminhar um pouco mais até o rio onde minha mãe lavava roupas. Eu sempre seguia a mesma estrada até o rio, mas existiam mais outras duas ou três estradas no trajeto e naquele dia eu resolvi fazer diferente.
“O que tem naquela estrada?”. Perguntei eu a mim mesmo. E então resolvi seguir aquela nova estrada onde nunca antes havia caminhado e sabia que se eu me perdesse era só gritar por minha mãe que ela me encontraria e, além disso, sabia como voltar.
Então segui aquela nova estrada para ver o que tinha de diferente. Lembro que encontrei alguns tipos de árvores que ainda não conhecia, além de flores que para mim eram novas e com aromas distintos daquelas que eu estava acostumado a ver. Vi outros tipos de pássaros cantando, vi um tatu cruzar meu caminho e talvez o som de uma cobra no mato, mas não quis pagar para ver. Sim, a nova estrada apresentava coisas novas, interessantes, mas também alguns perigos e desafios. Porém, isso é normal e temos que administrar o medo para seguir em frente, andar por novos caminhos.

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Na época eu tinha 5 ou 6 anos. Hoje tenho 43 e às vezes aquele garotinho que eu fui aparece em meu ser e me faz questionar: “O que tem naquela estrada?”
Aquela estrada hoje pode ser para mim aprender um novo idioma, começar um novo negócio, mudar alguns paradigmas e me permitir conhecer novas pessoas ou até mesmo me abrir para um novo relacionamento afetivo. Aquela estrada pode ser uma mudança radical em minha carreira ou então uma nova forma de gerir minha empresa e até mesmo criar melhorias consideráveis na forma de realizar meu trabalho e atender meus clientes.
O que está em questão é: Eu terei coragem de caminhar por essa nova estrada para ver o que existe nela? Talvez eu me decepcione, eu perca algo, eu me assuste, mas talvez eu dê uma guinada em minha vida que tornará todas as áreas melhores. Talvez se eu caminhar naquela estrada, consiga dar um salto em meus negócios e atrair novos e melhores clientes. Talvez, se eu caminhar naquela (nova) estrada, encontre uma pessoa maravilhosa e viva um amor verdadeiro.
Talvez, se eu caminhar naquela estrada, veja meu negócio por outro ângulo e enxergue novas e ótimas ideias que farão a diferença. Ou talvez, apenas viva uma experiência de conhecer algo novo e faça de mim uma pessoa melhor, o que não deixa de ser interessante. Mas eu tenho que tomar uma decisão, eu tenho que ter a coragem de dar o primeiro passo e ver o que tem naquela estrada!

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Olá, sou o Antonio Marques. Comecei minha vida na comunicação através do jornalismo impresso e do rádio no final dos anos 80. Atuei como locutor, jornalista, colunista e escritor e hoje trabalho com produção de conteúdo e assessoria de imprensa. Como escritor tenho três livros publicados. São eles: Memórias do Quintal e Outras Histórias, O Poeta da Casa Velha e Acredite-Vai Dar tudo Certo! Agora, com muita honra, colaboro com o portal Tempos Modernos, onde estarei mostrando um pouco de meu trabalho, afinal, escrever não é profissão, é vocação ou vício, como preferir.

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